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    16 de fev de 2017

    Morador de Belford Roxo ganha troféu por ser o melhor apresentador nacional de MMA

    O locutor durante a premiação, ocorrida no sábado, em Botafogo. 
    Foto: Divulgação / Cassiano Correia

    BELFORD ROXO - “Senhoras e senhores, é hora da verdade!” O bordão já conhecido em eventos de MMA em todo o estado tem um dono: Fábio Leandro Neves Nunes, de 37 anos. Foi ele quem levou a melhor no Prêmio Osvaldo Paquetá 2016, na categoria announcer (locutor).

    A premiação homenageia nomes do MMA anualmente e relembra a figura do mestre Osvaldo Paquetá, grande nome do jiu-jitsu. Morador do bairro Santa Amélia, em Belford Roxo, Fábio já conhecia a sensação de quase ter nas mãos o troféu do Oscar brasileiro do MMA. Foi indicado outras duas vezes para o prêmio, mas ficou entre os cinco finalistas.

    — Depois que fiz o terceiro evento de MMA, fui indicado para o prêmio pela primeira vez, em 2013. Senti um pouco por não levar, mas só de ter sido indicado por jornalistas especializados, foi maravilhoso — conta Fábio.

    No ano seguinte, veio a segunda indicação, mas a vitória só chegou mesmo na edição 2016. Este ano, o prêmio foi em solo carioca. A cerimônia foi realizada no último sábado, em Botafogo, na Zona Sul do Rio.

    — Foi bacana porque ganhei em casa. Valeu a pena esperar todo esse tempo — comemora o premiado.

    Fábio chega a fazer pelo menos um evento de MMA por mês. Seu diferencial? Ele mesmo revela:

    — A maior parte dos eventos de MMA no Rio me contrata. Meu diferencial é a dedicação. Entendo que a estrela do evento é o atleta, e não o apresentador.

    Fábio Leandro ganhou o prêmio, após ser indicado por três vezes 
    Foto: Cléber Júnior / Extra

    Conhecido como o Bruce Buffer brasileiro

    O universo de MMA é recente na vida de Fábio Leandro, mas ele é experiente como locutor, função que começou a exercer aos 15 anos, em bailes e festas. Já adulto, foi trabalhar como locutor do Maracanã. Era um dos propagadores da famosa frase: “Suderj informa....”.

    — Quando o Maracanã fechou definitivamente por causa das obras e depois soubemos que iria ser privatizado, comecei a procurar outras coisas na área da Comunicação — explica Fábio.

    Fábio em ação durante luta entre Evangelista Cyborg e Melvim Manhoef 
    Foto: Divulgação / João Batista/Psicóticos

    Enfermeiro de formação e servidor público, ele foi convidado por um amigo, organizador de um evento de MMA na Baixada, para ser o locutor. Dali não parou mais:

    — Comecei a estudar para ver como era o comportamento de um apresentador. Logo depois do primeiro evento, algumas pessoas começaram a me associar ao Bruce Buffer — conta Fábio, referindo-se ao locutor norte-americano.

    A luta inesquecível para Fábio foi entre Evangelista Cyborg e Melvim Manhoef, em 2014, no Gringo Super Fight, na RioSampa, em Nova Iguaçu.

    Agora, após a premiação — promovida pelo jornalista Cristiano Martins, do site MMA Premium — Fábio só quer aproveitar o reconhecimento e seguir apresentando mais eventos do esporte.

    por: Cíntia Cruz
    Via: Extra
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