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26 de mar de 2017

Waguinho anuncia obras para Nova Aurora em Belford Roxo

Reportagem: Roberto Diniz

BELFORD ROXO - Na manhã da última quinta-feira (23), o Prefeito Waguinho anunciou obras para o bairro de Nova Aurora, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Waguinho informou para nossa equipe que a região vinha sofrendo com inundações. O serviço vem avançando gradativamente e os resultados já estão aparecendo, tanto que a Rua que liga a rodoviária que também está sendo beneficiada.


Durante a visita, Waguinho caminhou por toda a extensão da estrada, atento a todos os detalhes. Além disso, conversou com os empreiteiros e moradores para saber quais outras necessidades poderiam ser atendidas. Inicialmente, os serviços realizados são referentes à troca da rede de esgoto (substituição de manilhas) e a preparação dos trechos receber o asfalto.



As obras de infraestrutura no local são uma antiga reivindicação dos moradores, pois devido às más condições da via o trecho em questão estava interditado para o fluxo de veículos. Reconhecendo a necessidade de melhoria no bairro, Waguinho garantiu que não medirá esforços para mudar essa realidade e a de diversas localidades do município. “Estamos trabalhando muito para mudar Belford Roxo. Já conseguimos algumas importantes conquistas, mas ainda temos muitos desafios pela frente. Só peço um pouco mais de paciência, pois os resultados dos esforços já estão aparecendo”, afirmou o prefeito.

Asfalto já caído em parte da Rodoviária de Nova Aurora


Via: Destaque Baixada
26/03/2017 

Locais de Vacinação contra Febre Amarela em Belford Roxo


BELFORD ROXO - A partir da próxima segunda-feira (27), mais nove unidades estarão vacinando contra febre amarela, além do Centro de Saúde Neusa Brizola e no PAM da Prata. Saiba quais são e previna-se.

+ Policlínica Santa Maria (bairro Santa Maria)
+ Policlínica Heliópolis (bairro Heliópolis)
+ Policlínica Nova Aurora (bairro Nova Aurora)
+ Policlínica Parque Amorim (bairro Parque Amorim)
+ Policlínica São José (bairro Parque São José)
+ UBS Roncalli (bairro Sargento Roncalli)
+ UBS Tamoios (bairro Heliópolis)
+ Clínica da Mulher (Rua Lúcia, Centro)

+ Unidade de Saúde de Shangrilá (bairro Shangrilá)

Via: Divulgação

Afinal, para que serve a barata na natureza?



As baratas ajudam a reciclar a matéria orgânica que está no ambiente. Para isso, elas se alimentam de restos de animais e de fezes, decompondo esse material e, então, devolvendo nutrientes ao ambiente. Algumas espécies também consomem papel e plástico, ajudando a diminuir a quantidade de lixo. 

Além disso, as baratas servem de comida para lagartixas, aranhas, aves, répteis e alguns mamíferos. E sabia que se elas sumissem do planeta, sofreríamos um desequilíbrio ecológico? A quantidade de lixo aumentaria muito e as relações na natureza se alterariam, causando a diminuição de algumas espécies e o aumento de outras.

Consultoria: Guilherme Domenichelli (biólogo e autor dos livros Girafa Tem Torcicolo? e O Resgate da Tartaruga - Panda Books).


26/03/2017

Delegada da Deam de Belford Roxo pede que mulheres denunciem agressores



Estudos do mapa da violência do ano 2015, produzido pelo sociólogo Júlio Jacobo apontam que Brasil está na quinta posição da lista de 84 países onde mais se matam mulheres. O Jornal de Hoje entrevistou a delegada Tatiana Queiroz, de 42 anos, que está a frente da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), de Belford Roxo, para saber sua opinião a respeito.

“Longe de toda a glamourização da carreira de servidor público enfrentamos ameaças”, afirma a delegada, que foi homenageada pela Câmara Municipal de Angra dos Reis por seus serviços prestados ao município. Ela explicou como é ocupar o posto no cargo público e falou sobre a luta contra o feminicídio no Brasil.

Há pouco mais de 10 anos no Brasil foi sancionado o decreto de número 11.340 que impulsionou e massificou a luta a favor do gênero feminino com o intuito de coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Nascia em agosto de 2006 a lei Maria da Penha. Visando punições mais rigorosas para este tipo de crime poucos anos depois foi reforçada essa trave em março de 2015 através da lei do Feminicídio, de número 13.104/2015, que aumentou o rigor da punição a agressores de mulheres, classificando como crime hediondo e com agravantes quando há situações de vulnerabilidade como (gravidez, menor de idade, na presença de filhos, etc.).

JH- Para a senhora a Lei do feminicídio tem contribuído com mais rigor e acrescentado no papel da Lei Maria da Penha?

Delegada- “Posso apenas falar pelo Estado do Rio de Janeiro, que mesmo antes da legislação, com a inauguração das Divisões de Homicídio, a Dra. Martha Rocha, ex-chefe de Polícia Civil, já atribuía a presidência da investigação à uma delegada de polícia lotada em tais unidades. Atualmente, quem investiga o crime de feminicídio é a DH, até pelo estrutura que a compõe. Não só os crimes ligados a violência de gênero, como todos os casos de homicídio, são solucionados em tempo recorde”.

JH- Ainda há resistência por parte das mulheres em denunciar a agressão? 

Delegada- “Muita. Muita mesmo. Algumas pensam ainda que a relação explosiva e agressiva é normal e vivem na zona de conforto”.

JH- Existem programas de recuperação para os agressores, como eles funcionam? Tem contribuído para que eles não voltem a cometer os mesmos crimes?

Delegada – “Aqui no Rio de Janeiro somente organizações não governamentais fazem esse trabalho. Por enquanto, nenhuma DEAM tem parceria com estas organizações. Mas, em alguns estados, o juiz determina a presença do agressor em palestras e seminários sobre violência de gênero”

JH- Como fica a situação da mulher que realiza a denúncia, porém não tem para onde ir e levar seus filhos? Existe algum abrigo ou casa de acolhimento aqui na Baixada Fluminense que recebe essas vítimas?

Delegada – “Aqui na Baixada, tinha a de São João de Meriti, Mesquita. Mas, diante da crise estatal, não sabemos se está em pleno funcionamento. Em Belford Roxo, encaminhamos estas vítimas para o abrigo no Rio de Janeiro e lá, eles acolhem, ou encaminham para o órgão próprio”.

JH- É alto o índice de mulheres que após sofrerem a agressão voltam para os companheiros? 

Delegada – “O índice é muito alto. Vamos dizer que em sua maioria. Elas retornam por causa dos filhos, por causa do patrimônio, por causa da necessidade financeira, e até mesmo por acreditarem na mudança de comportamento do agressor”

JH- A senhora está há 15 anos na Polícia Civil e há 9 ocupa o cargo de delegada. Relembrou fatos marcantes em sua trajetória.

Delegada- “Quando comecei a faculdade de direito, já almejava ser policial, enfrentei vários desafios, dentre eles, um caso de violência que me chamou atenção foi o de uma mulher espancada pelo amante que tinha o intuito de matá-la. O criminoso pensando que ela estava morta a largou em um matagal. O que ele não esperava era que ela estivesse viva e fingiu estar morta para que ele não concretizasse o homicídio. As sequelas foram irreparáveis e aquela moça ficou cega. Infelizmente, não há somente as marcas físicas como lesão corporal, mas também as emocionais, consequentemente síndrome do pânico, medo, e essas vítimas precisam ter apoio psicológico para superar”.

JH- Deixe uma mensagem às vítimas de agressão.

Delegada- “A Deam está não somente a serviço da mulher como também de sua família, para aquelas que forem vítimas de agressão, denunciem e não se omitam, quanto mais rápido a vítima fizer a denúncia mais evidências teremos para comprovar o crime e prender os autores”

Via: Jornal de Hoje
Foto: Ivan Teixeira
26/03/2017

25 de mar de 2017

Suspeito de chefiar bando de roubos de cargas em Belford Roxo é preso no Jardim Gláucia

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BELFORD ROXO - Policiais Militares do 39º BPM (Belford Roxo) prenderam, na tarde de ontem (24), Wagner de Souza Mariano, 29 anos, por suspeita de roubo, em Belford Roxo. Segundo os PMs, Wagner seria o chefe de uma quadrilha de roubos de cargas no município.

O homem foi localizado no bairro Jardim Gláucia, na Avenida Automóvel Clube. Com ele, os policiais encontraram uma pistola cal.380, que seria usada nos roubos, e um telefone celular. Na 54ª DP (Belford Roxo), os agentes descobriram que Wagner era investigado pela Polícia Federal. 

Ainda conforme os policiais, Wagner fazia parte da quadrilha de roubos no Complexo da Pedreira, em Costa Barros.

Via O Dia

Foto Ilustrativa

Saiba qual operadora tem a internet móvel mais cara e mais barata do Brasil



O site comparador de pacotes de telefonia Melhor Plano divulgou nesta semana um levantamento que compara o preço médio das franquias de internet móvel oferecidas pelas principais operadoras do país. O levantamento calcula qual empresa oferece o gigabyte mais caro e qual tem o gigabyte mais barato.

Segundo o estudo, os preços podem variar muito dependendo do pacote contratado. Quem usa um plano com limite de até 2 GB, por exemplo, paga, em média, R$ 38,55 por gigabyte. Já quem opta por uma franquia maior (e, consequentemente mais cara), de 4 GB a 6 GB, está pagando, na verdade, uma média de R$ 25,84 por gigabyte.



Ou seja, quanto maior o limite de dados contratado, menor é o preço por gigabyte - ainda que o pacote total custe mais caro. Um bom exemplo é a operadora Nextel, que tem os planos de até 2 GB mais caros do país, mas, por outro lado, oferece os planos de mais de 6 GB mais baratos, levando em conta só o preço por giga.

Um plano de até 2 GB na Nextel custa mais de R$ 60 por giga contratado, em média. Já nos planos de 6 GB a 10 GB, o valor pago por cada gigabyte cai para menos de R$ 20. Ou seja: quanto maior o limite, menor o valor do giga. A tendência se repete entre outras operadoras, com exceção da Vivo.

No caso da Vivo, acontece o contrário: quanto maior o limite de dados, mais caro o gigabyte. Em planos de até 2 GB, a internet móvel da Vivo custa, em média, cerca de R$ 30 por giga. Já nos planos de 4 GB a 6 GB, o preço do giga sobe para R$ 34. Ultrapassando os 6 GB, o valor salta para mais de R$ 40.



O levantamento do site Melhor Plano também mostra que o preço pode mudar muito de acordo com a região do cliente. Os DDDs mais caros do Brasil, segundo o estudo, ficam no Paraná, onde o gigabyte custa, em média, R$ 44,60. Já o DDD mais barato é o do Ceará: média de R$ 27,03 por gigabyte.

A média nacional mostra que os planos que mais compensam em custo-benefício não são os de menor limite e nem os de maior limite. Colocando na balança todos os pacotes de todas as operadoras, o levantamento mostra que os planos de 6 GB a 10 GB são os mais vantajosos: média de R$ 22,48 por gigabyte.

Via: Olhar digital
25/03/2017

24 de mar de 2017

Secretário anuncia parceria para dar oportunidade a alunos do curso de meio ambiente em Belford Roxo

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BELFORD ROXO - O secretário de Meio Ambiente de Belford Roxo, Flávio Gonçalves, participou na última terça-feira (21/03) do I Fórum de Saneamento Básico do Curso Técnico em Meio Ambiente, promovido pelo Colégio Estadual Presidente Kennedy, em Areia Branca. O evento contou com a participação de diversos especialistas, como Yoshiharu Saito (gestão ambiental e água) e o representante do Subcomitê Oeste da Baía de Guanabara, Alexandre Anderson. O Fórum, que termina na quinta (23/03), abordou temas como: “ Ressuscitando a Baía de Guanabara”, “Água: Necessidade e Realidade”, e “Sanear Para Melhorar”. Durante os debates, Flávio Gonçalves anunciou a parceria com o colégio para aproveitar inicialmente alunos do curso de Meio Ambiente na Secretaria. O seminário prossegue nesta quinta-feira (23/03).

Ex-aluno do Colégio estadual Presidente Kennedy, Flávio Gonçalves apresentou os programas ambientais da Secretaria, que vão de atividades interativas no ambiente escolar, passando por educando com horta, interação das atividades de monitoria com os projetos escolares, e ferramentas de educação ambiental que venham a contribuir no processo de aprendizagem.


“É um desafio assumir a Secretaria de Meio Ambiente, mas precisamos fazer a diferença. Nunca entendia como as gestões anteriores não desenvolviam um projeto para dar oportunidade aos alunos do curso de Meio Ambiente do Presidente Kennedy. A realidade hoje é outra e vamos começar a selecionar estudantes do curso para trabalhar conosco. Outra novidade é que já enviamos à Câmara de Vereadores a atualização do Código de Meio Ambiente, que será votada nos próximos dias”, arrematou Flávio Gonçalves, explicando que os alunos já preencheram uma ficha no colégio, que será analisada por técnicos da Secretaria. Posteriormente, os candidatos pré-selecionados passarão por entrevistas e dinâmicas de grupo até a escolha final.

A diretora do Presidente Kennedy, Cristiane Carvalho, vibrou com o anúncio da parceria, pois segundo ela, os alunos ganharão experiência com profissionais da Secretaria. “Eles irão aprender na prática e esse conhecimento é muito importante. A iniciativa da Prefeitura é inédita no município”, avaliou a diretora, lembrando que o curso técnico de Meio Ambiente dura um ano e meio e conta atualmente com 90 alunos, divididos em três turmas.

Especialista em Gestão Ambiental e Água, Yoshiharu Saito exibiu um vídeo mostrando a luta pelo direito à água e diversos países, como a Bolívia, onde em 2000 a população de Cochabamba, terceira maior cidade do país, se revoltou contra o sistema de privatização da água. “No Brasil, a distribuição de água obedece a divisão de classes sociais: quem tem dinheiro é beneficiado com mais água”. Na Baixada Fluminense, muitas indústrias têm rede de água exclusiva, mas a população do entorno sofre com a seca, resumiu Saito, ao lado do secretário de Obras de Belford Roxo, Bruno Paes Leme.

A degradação da Baía de Guanabara foi abordada por Alexandre Anderson, que também é pescador. Segundo ele, a contaminação diminuiu em 80% a pesca. “As grandes indústrias despejam lixo tóxico nas águas da Baía, causando a mortandade de peixes. A população não percebe, mas estamos bebendo água com esgoto”, avaliou. Ex-aluna do Presidente Kennedy, a engenheira ambiental Isabel Simões emendou: “A Cedae gasta diariamente 15 toneladas de cloro para tratar a água do rio Guandu, cuja qualidade é baixa. A previsão é que só daqui a 20 anos a água melhore”, finalizou.

Fotos: Rafael Barreto / Secom Prefeitura de Belford Roxo
 
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